quarta-feira, 28 de outubro de 2009

LAVRATURA






Não me espere cedo
chegarei tarde
quando a colheita já estiver madura
aviso-te
para que regues o amanhecer
nunca lavro a sós...

2 comentários:

Madalena Barranco disse...

Lilian, querida, que saudade de você!!

Eu havia me afastado um pouco para escrever... Mas cá estou feliz em rever seu blog com belíssimas mensagens. e este seu poema em especial me fez lembrar a delicadeza de Gibran Kalil. Se eu pudesse lhe chamaria, neste seu estilo lindo, de Lilian Gibran, ou seja: a versão feminina do grande poeta Gibran.

EDER RIBEIRO disse...

E que bela lavoura é este teu poema querida Lilian. Bjos.