quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sofia Versus/Zocha/No Jardim


O vento corta o pão entre os lençóis

um olor se esvai

há pétalas morrendo no jardim das reticências

há mudas eloqüências na boca da argila

Mas quando escurece os teus versos acendem

e não há espetáculo maior

do que quando caminhas descalço...

2 comentários:

O Profeta disse...

Ao meu querer!
Dias noites, estações esquecidas
Inventei sonhos para sonhar
Lavei mágoas, dores perdidas

Uma árvore toca as águas da lagoa
O nevoeiro faz desenhos nas cumeeiras
Um Melro negro solta um pio ao acaso
A palavra quero-te diz-se de mil maneiras


Convido-te a ver a Cor da Claridade


Doce beijo

EDER RIBEIRO disse...

E não há melhor guia do que os versos. Bjos.